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Eu 29 anos Taurina Admiro: - honestidade - inteligência - sabedoria - fidelidade Repudio: - falsidade - desonestidade - desumanidade Adoro: - chocolate - filmes - ficar em casa - sapatos - animais - praia - Chico Buarque Odeio: - futebol - trânsito - ir ao banco Tenho medo de: - baratas - insetos - falar em público - anestesia Gostaria de conhecer: - África - Tibet - Bali - Thaiti - Marrocos - Austrália Bichos que tenho: - Néll (gata) - Naslyn (gato) - Miúcha (cachorrinha) Atualmente lendo: - Os Mensageiros (André Luiz) Atualmente ouvindo: - Maria Rita Sempre ouvindo: - Chico Buarque Pensamento da semana: "Se você não tiver nenhuma caridade no seu coração, você tem o pior tipo de problema cardíaco." (Bob Hope) |
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Quem tiver interesse, fiz um quiz.
Aqueles que costumam ler meu blog têm condições de acertar todas as questões. Vamos ver o quanto sabem de mim. Quem acertar todas as questões, receberá um prêmio.
Obs: obviamente, não participarão para ganhar o prêmio, aqueles que me conhecem pessoalmente, afinal, o que sabem sobre mim não é pelo blog.
Podem começar, é só clicar aqui.
Recebi um e-mail que enviava um link para a página de notícias da AOL. O título é o seguinte: "As loucas baladas dos paulistinhas endinheirados", reportagem de Rodrigo Brancatelli.
Lendo o título podemos imaginar "n" coisas. Então passamos para a chamada: "Ecstasy, cocaína, maconha, champanhe, sexo grupal e muita arrogância. A reportagem da AOL acompanhou uma balada da "Geração $", formada por filhos da alta sociedade paulistana". Começa a parecer um pouco pesado.
É difícil encontrar palavras para demonstrar como me senti depois que li a reportagem. Aconselho todos a lerem, mesmo porque será mais fácil para entender esse post, uma vez que não consigo expressar tais fatos, tamanha a minha indignação. Parabéns ao jornalista que o fez de forma tão clara.
Em síntese, é o seguinte: são jovens, na faixa dos 20 anos, filhos de pais muito ricos, denominados "geração $". Não precisam trabalhar, estudar, não têm preocupação alguma. A vida para eles é somente diversão.
Diversão para eles é ir para baladas caras, ficar muito louco (com qualquer tipo de droga), transar com muitas pessoas, etc. E não se importam com nada. Menosprezam aqueles que não possuem a mesma situação financeira.
Eles não têm noção da vida!!! O mundo se acabando cada vez mais com as guerras, violência, seca, fome, doenças, etc.............
Fiquei tão pasma, que não expressar tudo o que estou sentindo. Para quem não leu e não pretende ler a reportagem, mostro alguns trechos:
" ‘Comigo tem que ser assim mesmo. Tudo aos extremos’, diz a garota, filha de um conhecido empresário do ramo têxtil. ‘Gosto de dar para um monte de caras, de misturar Prozac com champanhe, de cheirar cocaína até meu nariz sangrar. E não me importo com a sua opinião moralista, típica da classe média. Tenho dinheiro suficiente para não me preocupar com você ou com mais ninguém. A minha felicidade está na minha conta bancária’, dizia ela ao repórter enquanto se preparava para a balada."
"Da última vez que convidou os amigos para ir até a sua casa no Jardim Lusitânia,...
(...) ela pagou três prostitutas e dois garotos de programa para animar a reunião. De outra vez, fez uma vaquinha e comprou 100 gramas de cocaína. Os amigos da garota contam que ela, numa das baladas que deu, fez sexo com três amigos de infância na piscina, ao mesmo tempo, enquanto os vizinhos viam e ouviam tudo."
"Para a maioria delas, não faz a menor diferença saber se tomaram drogas misturadas à bebida porque a intenção é ficar doidas mesmo. ‘Essas garotas aí estão loucas para dar’, aponta o estudante de Administração Thomás, de 22 anos..."
De certa forma chega a dar pena. No fundo são pessoas infelizes ou que se tornarão infelizes com o tempo. Mas não consigo perder minha indignação, é de enjoar o estômago.
(Click aqui para ler a reportagem)
Outro dia estava no carro com a Miúcha (minha cachorrinha) no colo. Parei no semáfaro e vi uma menina, devia ter uns 15 anos, toda suja pedindo dinheiro. Percebi que se aproximava de meu carro, então fechei o vidro, pensando: "será que só está pedindo, será que irá ameaçar..."
Ela se aproximou do carro e colou o rosto no vidro e eu pensando: "está olhando se tem algo de valor dentro do carro". Nem olhei para a garota e de repente ela fala:
- Que lindo!!! Qual a idade?
- 4 meses.
- É de raça?
(eu pensando: "será que vai querer roubar a cachorra??? melhor falar que não é de raça.")
- Não.
- Você comprou? É caro?
("ai, ela vai roubar a cachorra, vai ameaçar quebrar o vidro do carro, ou vai sacar um revólver... - eu ainda nem tinha olhado para o rosto dela)
- Não eu ganhei. Não é caro, pois é vira-lata.
- Mas é tão lindo!!!
Nesse momento resolvi olhar para a menina. Ela estava com uma cara de boba, olhando a Miúcha, com um baita de um sorriso no rosto. Senti-me a pior pessoa do mundo!!! A violência anda tão grande, que nos tornamos preconceituosos. Mas isso não é desculpa. Não devia ter agido assim. Há tanta gente bem arrumada, que tem estudos, cultura, etc... e não gosta de animais, alguns até maltratam... E aquela garota, maloqueira (sem ofender, apenas para caracterizar), pedindo esmola em um semáfaro, com a aparência de que iria me assaltar, só queria ver a cachorra.
Sei que o sorriso no rosto da menina olhando a Miúcha não saiu de minha mente por uns dias. Só de lembrar sinto um aperto.
Bem, hoje fui numa grande pet shop que tem perto de minha casa. Estava com a Miúcha no colo, carregando umas sacolas, indo para casa, passando por um ponto de ônibus. De repente escuto: - Ei, ei... Eu nunca olho, mas resolvi olhar.
Era um homem, de uns 50 anos, roupas sujas e velhas, parecia um pedinte. Estava sentado na calçada. Ele tinha a aparência de uma pessoa que sofre, mas não aparentava tristeza. Perguntou-me olhando para a Miúcha:
- Ele está feliz?
- Ah???
- Ele está feliz?
- Feliz com o que???
- Ele está feliz?
(parecia que ele não tinha muito o pensamento no lugar, mas decidi responder o que ele queria ouvir)
- Sim, está feliz.
Ele abriu um sorrisão e disse: - Que bom! Eu sorri de volta.
Lembrei-me da história da garota do semáforo na hora. Pelo menos dessa vez não ignorei uma pessoa com boas itenções.
Vai uma foto da minha Miúcha para vocês.
Eu adoro sapatos, principalmente de salto alto e fino. Entre sandálias, sapatos e botas, devo ter mais de sessenta pares. Dentre estes, apenas uns três têm salto baixo (menos de 7 cm), o resto tem salto acima de 10 cm. Ou seja, vivo em cima do salto.
Hoje fui na Bienal do Livro, mas pensei muito antes de ir... e o salto... Resolvi não arriscar, fui de tênis (que só uso para fazer exercício físico). Tudo bem, senti-me a verdadeira maloqueira (não estou dizendo que quem sai de tênis é maloqueiro, mas, definitivamente, não tem nada a ver com o meu estilo), mas não me arrependi. Estou pregada!!! Imagina se tivesse ido de salto... e olha que estou acostumada.
Estava lotado, um baita de um calor... muitas excursões infantis... gritaria de criança para todo o lado, estava difícil para se movimentar... Mas, no final, valeu a pena. Vamos às novas aquisições:
- 12 Mil Frases Duailibi das Citaçoes (Roberto Duailibi)
Adoro frases e provérbios... sobre todo e qualquer assunto. Não é um livro que se lê do início ao fim... é uma leitura leve, lê-se a parte que seu estado de espírito mandar.
- Adestramento Inteligente (Alexandre Rossi)
Já tinha sido recomendado por uma amiga e pela minha veterinária, ou melhor, pela veterinária de meus nenês. Parece que é muito bom. Vamos ver se consigo dar um jeito no comportamento de minha cachorrinha.
- Dez Mulheres (Miguel Reale Jr.)
São dez crônicas sobre dez mulheres. O autor é um grande jurista, que está se lançando na ficção. Pareceu-me bem interessante o livro.
Imagino que a grande maioria de nós odeia correntes. Mas essa, certamente, é diferente... eu gostei... Retirei do Brigadeiro Tobias.
Vamos a ela:
1. Pegue o livro mais próximo de você;
2. Abra na página 23;
3. Ache a quinta frase;
4. Transcreva o texto em seu blog, junto com estas instruções.
"Entretanto, mesmo se a constituição genética desempenhar um papel no que diz respeito à felicidade - e ainda não foi dada a última palavra quanto à extensão desse papel - há um consenso geral entre os psicólogos de que qualquer que seja o nível de felicidade que nos é conferido pela natureza, existem passos que podem ser dados para que trabalhemos com o 'fator mental', a fim de aumentar nossa sensação de felicidade."Se você não passar essa corrente para frente, lembre-se que:
Sua unha do dedão direito do pé vai cair;
Você nunca mais será capaz de nadar ou andar de bicicleta;
Todo o dinheiro da sua conta corrente passará para a minha e as minhas dívidas passarão para o seu nome;
Aquela (e) mocréia(o) com mau hálito vai encasquetar de vez com você, e nunca mais você beijará outra(o) até beijá-la(o) e desfazer essa maldição.
O seu computador será formatado e você não terá feito back-up. De brinde, nunca mais conseguirá blogar.
Hoje, dezenove de abril. Dia do índio.
Infelizmente os índios puros, aqueles que só entende sua língua nativa, que vivem nus ou cobertos de penas, que não conhecem o "superior homem branco", que vivem com as mesmas tradições de centenas de anos atrás... esses estão em extinção.
Atualmente a maioria dos índios é moderna. O índio fala português, usa calça jeans, alguns assistem televisão, acessam a internet, têm celular e carro. Modernidade imposta explicita e implicitamente pelo homem branco.
Talvés, se invés de tentarmos ensinar aos índios, aprendessemos com eles, viveriamos numa sociedade melhor. Haveria respeito entre as pessoas, respeito pela natureza, pelos animais, etc...
Que o índio consiga vencer sua luta para continuar sendo um legítimo índio.
PS: Mudando de assunto... Consegui atualizar meus links... Se esqueci de alguém, avise-me.
Ontem foi um dia tão corrido que nem consegui postar... juro que tentei.
Durante a tarde participei de uma pesquisa de mercado. Nunca tinha feito. É bem coisa de quem não tem o que fazer, mas é legal. Ficam te perguntando sobre um determinado produto, sobre temas para o produto, nomes, etc. Tem lanchinho e ainda ganha uma ajuda de custo.
Depois, como já estava revoltada com o meu cabelo, que estava parecendo um monstruário de cores de tintura, resolvi dar um jeito nele. De loira passei a morena. Não ficou do jeito que eu queria, mas o cabeleireiro havia me avisado que pelo estado do cabelo, não daria para consertá-lo de uma só vez. Queria voltar a minha cor natural (castanho claro), mas ficou uma cor tipo... sei lá... um castanho escuro, meio dourado... Ah vontade de cortar curtíssimo!!! Sei que fiquei mais de três horas no salão...
Esqueci de avisar, para quem quiser, visitar o meu fotolog: As vitrines