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Eu 29 anos Taurina Admiro: - honestidade - inteligência - sabedoria - fidelidade Repudio: - falsidade - desonestidade - desumanidade Adoro: - chocolate - filmes - ficar em casa - sapatos - animais - praia - Chico Buarque Odeio: - futebol - trânsito - ir ao banco Tenho medo de: - baratas - insetos - falar em público - anestesia Gostaria de conhecer: - África - Tibet - Bali - Thaiti - Marrocos - Austrália Bichos que tenho: - Néll (gata) - Naslyn (gato) - Miúcha (cachorrinha) Atualmente lendo: - Os Mensageiros (André Luiz) Atualmente ouvindo: - Maria Rita Sempre ouvindo: - Chico Buarque Pensamento da semana: "Se você não tiver nenhuma caridade no seu coração, você tem o pior tipo de problema cardíaco." (Bob Hope) |
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Dizem que as mulheres suportam mais a dor do que os homens. Deve ser verdade, mesmo porque passamos por mais momentos dolorosos na vida do que os homens. Ex.: cólica menstrual, depilação, dor do parto, etc.
Suportamos a dor porque faz parte de nossa natureza ou por simples vaidade. É o caso da depilação. Claro, poderíamos usar um método não tão dolorido como a cera, mas o resultado não seria tão satisfatório... como somos exigentes, optamos pela dor.
O tema "depilação" me veio à mente, pois tive que passar pelo martírio. Antes de ir para o local, já dá aquela angústia, parece que já se sente a dor. Quando chego no lugar, já fico imaginando a hora de ir embora. Na hora do vamos ver, inicialmente é tranquilo, sentir a cera quentinha em sua pele. Até que é bom. Mas, quando chega a hora de arranca-la... ai... a depiladora puxa a cera e junto vai nossos pelos, nossa pele, nossa alma...
Lembro da primeira vez que me depilei com cera. Fiquei meio traumatizada, demorei para utilizar o método novamente. Na verdade, fiz a depilação em casa. Estava com uma prima, que tinha a cera de mel e dizia que sempre fazia nela mesma, que tinha prática.
Tudo bem, resolvi arriscar. Primeiro fiz a virilha. Que sufoco. Minha prima passou a cera, eu naquela posição pouco confortável que vocês mulheres conhecem. Na hora de puxar, vejo uma expressão estranha no seu rosto, e pergunto:
- Ai! O que está acontecendo? ![]()
- Nada.
- Por que você está com essa cara?
- Por nada.
- Ai, ai!!! Por que você está tirando de pouquinho em pouquinho? Não teria que puxar de uma só vez?
- Fique calma, está tudo sobre controle. É assim mesmo.
- AAAAiiiii!!!!! Não é possível que seja assim, a cera não está saindo!!!!! E agora????
- Não fica nervosa. Não é nada disso, está tudo normal.
- Você está mentindo!!! Ai!!!
- Lógico que não, é assim mesmo.
Quando minha prima conseguiu puxar a cera eu dei um uivo de dor. Até fui conferir para ver se estava tudo no lugar (exceto os pêlos), pela dor que senti parecia que minha "menininha" havia partido com a cera. Sim estava tudo no lugar, que alívio. Mas, cadê a cera? Havia sumido.
Começamos a procurar a cera no chão, nos cantinhos e nada. Foi quando minha prima confessou:
- Eu acho que dexei esfriar de mais, a cera colou e não queria sair. Não sabia mais o que fazer.
- Ótimo. Por que não me falou? Eu sabia que havia algo de errado.
- Para não te deixar nervosa.
Sei que depois de muito procurar encontramos a cera. Lá estava ela, colada no teto do quarto. Minha prima havia puxado com tanta força que a bixinha voou. Parecia uma mariposa enorme pousada no teto.
Coisas da vida das mulheres...

Sim, eu assumo: não gosto de muitas coisas. Não gosto mesmo, não finjo que gosto e não vou mudar.
Vejam alguns exemplos:
* churrasco: as pessoas têm mania de fazer churrasco, sejam da família, amigos ou colegas. Tem coisa mais chata do que isso? Aquela carninha, cerveja, música chata. Chega uma hora que a maioria das pessoas já está bêbada, empolgadíssimas. E você já não agüenta mais, quer ir embora o mais rápido possível.
* música: calma, eu não disse que não gosto de música. Mas eu escolho muito. Não suporto música vendável e é isso que a maioria das pessoas ouve. Apareceu, tá na mídia, todo mundo sai cantando. Eu não canto mesmo, não gosto, reclamo. Gosto de boas músicas, músicas inteligentes, com letras bem construídas, que digam alguma coisa. O melhor exemplo a ser citado é o maior compositor brasileiro, Chico Buarque.
Ainda nesse assunto, outra coisa que me irrita é chamar tudo e toda música que feita no Brasil e cantada em português de MPB. O que que é isso?!?!? MPB não é lixo!
* violão: esse item tem muito em comum com os itens acima descritos. Primeiro: todo churrasco tem um violão e as pessoas cantando. Segundo: as músicas nunca prestam. Não preciso dizer mais nada.
* piadas: para se contar uma piada ela tem que ser excelente. Não contem piadas idiotas. Quer pior coisa que um idiota contando uma piada ridícula e as pessoas dando risada, sendo que a maioria delas está rindo por educação (é perceptível). E quando o contador inicia uma piada já manjada e ninguém tem coragem de se manifestar dizendo que já conhece. No final a risada educada. Não contem qualquer piada para mim. Dificilmente eu rirei, se for repetida, nem escutarei, pedirei para parar...
* vendedores de produtos de moda: grande parte deles pensam que você, consumidor, é um idiota. Tentam de todas as formas empurrar mercadorias. Agem como se a moda fosse uma lei, que você é obrigado a usar.
Exemplos clássicos (V – vendedora, E – eusinha):
E: - Você tem aquela blusa na cor azul.
V: - Irei verificar.
(chega a vendedora com a blusa de cor amarela)
V: - Olha que linda! Essa cor vai ficar ótima em você. Quer experimentar?
E: - Eu pedi na cor azul.
V: - Não temos na cor azul. Mas a cor da moda é o amarelo, todo mundo está usando.
E: - Eu não quero saber de todo mundo, nem da moda. Não é porque todos usam, porque é da moda que eu sou obrigada a gostar. Tenho opinião própria. Até logo.
E: Por favor, eu gostaria daquela sandália bege de tiras finas e salto agulha no nº 34?
V: Vou buscar para a Sra.
(depois de alguns minutos de espera a vendedora chega com a caixa da sandália)
V: Quer experimentar?
E: Sim.
E: Houve algum engano. Não foi essa sandália (preta, plataforma, com detalhes grosseiros) que eu pedi.
V: Ah, sim. Mas sabe o que que é, aquela não tem no seu número, então eu trouxe esta aqui. Tá saindo muito, todo mundo gosta.
E: Eu não sou todo mundo, eu não gosto.
V: A Sra. não quer ver outro modelo?
(nessa hora tenho vontade de mandar a vendedora para pqp, com todo o respeito, mas me controlo e sou educada)
E: Eu quero o modelo que eu lhe pedi. Você tem?
V: Não, mas tenho um...
E: Não!!!!
Haja paciência. Pior quando você está passeando no shopping, dando uma olhada na vitrine, quando vê a vendedora está do seu lado (diga-se de passagem, fora da loja) perguntando se pode ajudar. Nessas horas poderia ter meu sonho de consumo na vitrine que, ainda assim, eu viro as costas e vou embora.
* chá de cozinha/bebê: sorte de vocês homens que não sabem o que é isso. Primeiro, é altamente machista. Os homens vão para a despedida de solteiro e as mulheres para o chá de cozinha. Que ridículo! Qual o nexo entre as duas coisas? E a mulherada ainda enche a boca para falar que homem não entra. E durante o chá, que coisa mais chata. Adivinha o presente, adivinha quem deu, se errar tem castigo... A coisa mais patética do mundo. Quem quiser que me convide, posso até enviar o presente, mas que eu não vou, não vou mesmo!!!
* visita em maternidade: a não ser que a pessoa me convide expressamente eu não vou. No caso não é questão de não gostar da pessoa ou do bebê, mas acho que é questão de bom senso. Em primeiro lugar, hospital não é lugar de festa. Depois, a mulher está cansada do parto ou se recuperando da cesária. Não tem que ficar aguentando visitas. O pior é que todo mundo quer pegar a criança no colo. Imagine só a quantidade de bactérias e micróbios... Acho que as pessoas deveriam ter um pouco de semancol. Tudo bem, há mães que gostam de visitas na maternidade, cada um com seus problemas, né? Eu não gosto. Quando tiver minha prole só permitirei a presença do meu marido, meus pais e minha amiga Karin. Mais ninguém.
Bem, é melhor eu parar de expressar minha opinião. Vocês já devem estar me chamando de fresca, chata, etc....
Mas não se esqueçam:
"Sempre que você se encontrar do lado da maioria, é tempo de parar e refletir." (Mark Twain)
Podem falar o que quiser, mas todos nós soltamos gases. É algo comum, rotineiro, presente na vida de todos. Quem nunca soltou um pum, que atire a primeira pedra.
Realmente não é o assunto mais agradável do mundo, mas os puns, peidos, gases, ou seja qual for o nome que queira chamar, muitas vezes deixam as pessoas em situações delicadas.
Lógico, que todos nós que temos bom senso e educação, quando sentimos aquele ar quente querendo sair de dentro de nós, vamos logo ao banheiro, solta-lo em seu habitat natural. Infelizmente, nem sempre pode ser assim, há ocasiões nas quais as pessoas não têm para onde fugir.
Quando se está em público, com algumas pessoas ao redor, a situação é mais fácil. Por exemplo, você está numa loja de CD´s no shopping. Sente algo caminhando dentro de você. Sabe que o banheiro está longe, então decide prender o ser no seu corpinho. Contudo, aquele monstro gasoso fica revoltado e luta insistentemente para obter sua liberdade. Nessa altura do campeonado você já está ficando roxo, com as veias do rosto sobressaindo, tamanha a força que faz para fechar a saída.
Se apesar de todo esforço o monstro gasoso conseguir escapar, aí não tem jeito. Apele para a cara de pau. É simples. Olhe às pessoas a seu redor de cara feia e saia de mansinho reclamando algo tipo: que nojo, como tem gente porca.
Obviamente as outras pessoas concordarão com sua opinião e ninguém descobrirá o autor do crime.
A pior situação é aquela na qual só há você e outra pessoa. Tal situação se agrava quando a outra pessoa é o(a) namorado(a), o(a) sogro(a), o chefe, seu cliente, etc.
Neste caso você terá que usar todas as suas forças. Tranque a porta de saída. O monstro gasoso irá se contorcer dentro de você, dará nó nas suas tripas, tentará de todas as formas arrombar a porta. Fique firme, use toda a sua capacidade atlética para prendê-lo. Mas tome cuidado. Se você perceber que o monstro se aquietou, que está dormindo, não relaxe. Isso é uma tática. Ele finge que desistiu, você relaxa e ele sai correndo tão rápido para a porta, que sequer dá tempo de fecha-la.
Se o pior acontecer, e o monstro for daqueles bem perfumados, aí não tem jeito mesmo. Finja que nada aconteceu. Se a outra pessoa perguntar se você está sentindo algum cheiro ruim, diga veementemente que não. Você deve ser tão convincente ao ponto de que a outra pessoa passe a acreditar que ela soltou o pum. Se preferir, você pode reclamar do cheiro ruim, dizendo que deve haver alguma vala entupida por perto.
Claro que estes truques somente se aplicam à saída silenciosa do monstro. Se ele sair fazendo festa você tem duas opções. Começar a tossir ou a fazer qualquer barulho mais alto do que o barulho feito pelo monstro comemorando a sua liberdade. Se ainda assim não conseguir (de repente você estava desprevenido), esqueça. Finja que nada aconteceu e continue a fazer normalmente o que estava fazendo.
Mas não se esqueça: sempre que possível, procure o WC.

Tão pequeno, tão inocente, tão despreocupado. Crescerá e logo será uma criança. Ah, infância... Quando somos crianças parece que seremos assim para sempre. Tudo é brincadeira, diversão, não há problemas...
Nesta fase que fazem aquela velha pergunta:
- O que você quer ser quando crescer?
E temos muitas respostas:
- Quero ser astronauta. Vou até outra galáxia.
- Quero ser cientista. Vou descobrir muita coisa.
- Quero ser Presidente. Vou fazer todo mundo ficar rico.
- Quero ser a Barbie. Vou ser linda e perfeita.
Etc...
Tudo parece que dará certo.
Mas a infância passa. Logo vem a adolescência. A fase das complicações.
Lembro-me que os adultos me falavam "aproveite, pois é a melhor fase da vida..."
Claro, os adolescentes nunca acreditam nisso. Vivem cheios de "problemas". Os pais não deixam chegar em casa tarde, pegar o carro, viajar sozinho, etc... Óbvio que eles fazem muita coisa escondida.
Além disso sofrem com as paixões. A pessoa amada é a única no mundo, se não ficar com ela acredita que será infeliz para o resto da vida. Como os adolescentes sofrem...
E a frase mais comum deles é: "não vejo a hora de eu ficar adulto e poder fazer tudo o que eu quiser."
Mal sabem eles que quando adultos, não poderão fazer tudo o que quiserem. Irão trabalhar, estarão preocupados com a carreira, com o relacionamento, com dinheiro, com filhos, com a sociedade, etc... Sentirão saudade da adolescência.
Talvez, quando chegar a velhice, perceba que era ótimo a época em que trabalhava, tinha vigor, investia na carreira, era produtivo, criava os filhos... Sendo idoso não tem forças para trabalhar, os filhos estão mais distantes, a carreira terminou deixando o sentimento de conquista ou de decepção, não há mais sonhos (ou eles foram realizados ou passou da época de se realizarem), somente espera o tempo passar, vivendo na nostalgia.
De repente as pessoas não sabem dar valor para aquilo que tem, mesmo que seja muito pouco. Cada fase da vida é única e não volta. Se conseguirmos viver cada uma delas, todos os momentos, bons e maus, aceitando-os como parte de um aprendizado, talvez possamos olhar para trás e vermos o quanto de bagagem conseguimos juntar no caminho, percebendo o quão rico somos. Dessa forma, compreenderemos que fomos felizes por toda a nossa vida.
Não adianta buscar a felicidade. Você pode procurar em todos os lugares do mundo, que não vai encontrá-la. Ela não está no mundo, está dentro de nós.

"E um dia os homens descobrirão que esses discos voadores estavam apenas estudando a vidas dos insetos..." Mário Quintana
Eu sempre me pergunto: por que o homem pensa que é o centro do universo? Mas não precisamos nem ir tão longe, já é difícil entender por que o homem pensa que é o centro do mundo.
Homem = ser humano racional. Racional até que ponto. Sim, não nego, o homem evoluiu. Construiu cidades, energia de várias formas, descobriu e se utiliza da tecnologia (cada vez mais avançada)... E... Tornou-se prisioneiro de todas as suas evoluções.
O homem não vive sem suas casas, sem a energia, sem tecnologia, sem seus carros, sem o dinheiro....
Tanta evolução fez do homem um ser dependente dela mesma, com a conseqüência de acabar cada vez mais com o que temos sem esforço, com a natureza.
Um ser tão racional que briga por poder, por dinheiro. Que mata milhares de pessoas em guerras; que mata seu semelhante por dinheiro, por ambição, por ciúme ou, pior ainda, por motivo algum; que destrói o ar, a água, como se pudessem viver sem eles (doce ilusão); que se mata aos poucos, sem sequer ter consciência disso.
Enquanto isso, aqueles seres inferiores, ditos animais irracionais, poderiam viver na mais profunda paz, se não fosse a invasão do animal racional. O único inimigo que sequer, os irracionais, tentam eliminar.
O homem poderia entender que não é melhor do que outros seres, não é melhor do que um cão, do que um elefante, do que uma formiga, do que uma árvore... É somente diferente. Quem diz que uma formiga não pode pensar que é o centro do mundo, e o homem é apenas um fenômeno natural que pode causar estragos...
Seria bom se um dia algum disco voador aparecesse para os homens e sentíssemos que somos apenas formigas perto deles, que eles são superiores, são animais racionais. Talvez assim, passemos a tratar tudo que é vivo com o devido valor e respeito.
Aproveitando o ensejo, vale lembrar que amanhã haverá a manifestação na Praça da República as dez horas, contra o veto que nossa "querida" prefeita exarou contra a lei que proibia a doação dos animais do CCZ para estudos. Os animais de lá já sofreram o bastante, foram abandonados, passaram fome, frio, etc. Não é certo fazê-los de cobaia.
Vamos comemorar o nascimento de "trocando em miúdos"!!!
O trabalho de parto durou algumas horas, as dores me deixaram confusa, mas depois de muita força, ele nasceu...
Depois de ter abandonado meu antigo blog, cá estou eu novamente... Não adianta, quem gosta de escrever e de Internet, não dá para deixar o vício.
Bem, domingão, futebol na TV, marido dormindo... só me restava entrar no trabalho de parto do blog. Ele ainda está em processo de construção e sempre estará em processo de atualização.